Destaques

2023-01-09

Cabe ao Conselho de Administração (CA) da Portos dos Açores, S.A., que exerce funções desde 16 de junho de 2021, fazer o seu ‘ponto ao meio-dia’, num balanço do exercício de Autoridade Portuária no ano de 2022, onde toda a equipa PA (286 colaboradores, espalhados pelas nossas 9 ilhas) trabalhou briosamente, para contribuir para um objetivo maior: prestar um relevante e diferenciador serviço portuário e público.

 

As bases estratégicas lançadas internamente e aprovadas superiormente resultam numa equipa forte e de base consistente, que tem promovido a coesão interna, o que já resulta em diferenciados valores de operação e diversos reconhecimentos externos, bem visíveis e inspiradores de credibilidade portuária, o que nos projeta a todos, num trajeto mais seguro e sustentável para o futuro dos nossos portos açorianos.

 

De uma forma genérica, e apesar dos resultados ainda serem provisórios, a empresa prevê fechar o ano de 2022 com o maior volume de negócios, os melhores dois anos consecutivos em termos de resultados operacionais, os melhores números ao nível da operação (maior número de escalas, estadias, GT de navios e mercadorias transacionadas) e um investimento executado recorde.

 

Todo este cenário é abordado no documento que aqui se dá a conhecer.

2022-12-16

A escala protagonizada na quinta-feira, dia 15 de dezembro, pelo navio de cruzeiros “Arcadia” (da P&O Cruises) possibilita que os portos açorianos finalizem a temporada de 2022 com um novo máximo de escalas de navios de turismo. Foram 200 visitas num só ano, número que superou em 32% a anterior referência atingida em 2017, então com 152 escalas. Associado a este novo recorde estão 128 mil passageiros, número ainda considerável, tendo em conta a situação pós-pandemia. Estes números são a inequívoca demonstração da relevância que o destino Açores tem vindo a assumir no panorama internacional, fruto de um trabalho conjunto da Portos dos Açores, S.A., Agentes de Navegação e Tour Operators da Região.

São Miguel, com 84 escalas, foi a ilha mais visitada e também a com mais passageiros, acima de 81 mil. A ilha Terceira, com cerca de 28 mil passageiros e 44 escalas, foi a segunda ilha com mais movimento, quedando-se a ilha do Faial no terceiro posto, com 38 escalas e 12 mil passageiros. Assinale-se o facto que as duas ilhas do Grupo Central registaram, até à data, o maior número de escalas de navios de cruzeiro num só ano.

Como já vem sendo habitual, abril foi o mês de maior afluência, num total de 43, no entanto os meses de maio, com 36 escalas e março, com 22, também foram particularmente ativos, num ano em que 27 navios de cruzeiros visitaram os Açores pela primeira vez.

Neste contexto, cada vez maior ênfase para um segmento que se tornou numa das prioridades da Portos dos Açores, S.A., com a clara aposta na divulgação destas ilhas como local de eleição para os navios de cruzeiros de expedição. Poucos passageiros, navios de pequena dimensão, turistas que possuem um elevadíssimo poder de compra e procura das ilhas na época baixa, são indicadores que permitem aferir que o futuro passa por este particular nicho de mercado. Estes visitantes também dinamizam a economia das várias ilhas que visitam, das maiores às mais pequenas, o que se traduz na procura por atividades de natureza ou marítimas, interagindo frequentemente com as empresas locais, para assegurar atividades ‘outdoor’, nomeadamente visitas, caminhadas, ‘whalewatching’, ‘sportfishing’ e mergulho, entre outras. Em 2022, este segmento representou 45% do total de escalas de navios de cruzeiro no arquipélago.

Relativamente aos outros paquetes que nos visitam, tem sido evidente que esta indústria tem projetado as suas frotas em conformidade com os mais recentes padrões de eficiência energética e recorrendo a tecnologias alternativas de ponta, com mais separadores e recicladores dos seus lixos e tratamento de águas residuais, resultando daqui um reduzido impacto ambiental. Além dos vários navios movidos a GNL (gás natural liquefeito) que navegam e até já nos visitaram, outros já estão a usar a tecnologia Climeon, que transforma o calor gerado pelos motores do navio em eletricidade, reduzindo a necessidade de combustível, bem como sistemas depuradores para gestão de resíduos de dióxido de enxofre, ou utilização de conversores catalíticos, que reduzem os óxidos de nitrogénio. Realce, ainda, para a padronização na utilização de luzes LED, para reduzir o consumo de energia, design hidrodinâmico do casco, que proporciona excelente desempenho, com consequente economia de combustível, e tintas sem compostos prejudiciais ao nosso mar. Destas inovações resulta uma efetiva mobilização do setor para com a redução da pegada ambiental, tornando esta indústria líder na mudança de paradigma. Esta é a diretriz fundamental no assumir do compromisso em preservar os oceanos, navegando rumo a um futuro de zero emissões de carbono.

2022-10-25

Está oficialmente formalizada a integração da Portos dos Açores, S.A. na CLIA, aquela que é a maior associação comercial da indústria de cruzeiros do mundo, com representação na América do Norte e do Sul, Europa, Ásia e Australásia. Esta importante parceria foi mediada pelo representante da CLIA em Portugal, Eduardo Cabrita, pelo Diretor de Assuntos Europeus da CLIA, Nikos Mertzanidis, tendo sido efetivada entre representantes do Conselho de Administração da empresa açoriana, Rui Terra e Maria Sousa Lima, a Presidente da CLIA, Kelly Craighead, e Marie-Caroline Laurent, Diretora Geral daquela associação na Europa.

A integração dos portos açorianos na CLIA – Cruise Lines International Association, traduz a crescente relevância que o mercado de turismo de cruzeiros tem assumido no arquipélago, bem como a projeção desta notoriedade no seio dos armadores/operadores. Assim, a adesão à referida organização permite à entidade gestora portuária cooperar diretamente, a partir de agora, com os maiores armadores/operadores de cruzeiro do mundo, estreitando parcerias e criando dinâmicas em benefício dos intervenientes, contribuindo, assim, para a consolidação do sector na Região.

Neste contexto promocional, uma das prioridades da Portos dos Açores, S.A. tem-se traduzido na divulgação dos Açores como local de eleição para os navios de cruzeiros de expedição. Poucos passageiros, navios de pequena dimensão e turistas que possuem um elevadíssimo poder de compra, são indicadores que permitem aferir que o futuro passa por este particular nicho de mercado. Estes visitantes também dinamizam a economia das várias ilhas, das maiores às mais pequenas, o que se traduz na procura por atividades de natureza ou marítimas, interagindo frequentemente com as empresas locais, para assegurar atividades ‘outdoor’, nomeadamente visitas, caminhadas, ‘whalewatching’, ‘sportfishing’ e mergulho, entre outras. No presente, este segmento já representa cerca de 46% do total de escalas de navios de cruzeiro no arquipélago.

Relativamente aos outros paquetes que nos visitam, tem sido evidente que esta indústria tem projetado as suas frotas em conformidade com os mais recentes padrões de eficiência energética e recorrendo a tecnologias alternativas de ponta, com mais separadores e recicladores dos seus lixos e tratamento de águas residuais, resultando daqui um reduzido impacto ambiental.

Além dos vários navios movidos a GNL (gás natural liquefeito) que já navegam, outros já estão a usar a tecnologia Climeon, que transforma o calor gerado pelos motores do navio em eletricidade, reduzindo a necessidade de combustível, bem como sistemas depuradores para gestão de resíduos de dióxido de enxofre, ou utilização de conversores catalíticos, que reduzem os óxidos de nitrogénio. Realce, ainda, para a padronização na utilização de luzes LED, para reduzir o consumo de energia, design hidrodinâmico do casco, que proporciona excelente desempenho, com consequente economia de combustível, e tintas sem compostos prejudiciais ao nosso mar.

Destas inovações resulta uma efetiva mobilização do setor para com a redução da pegada ambiental, tornando esta indústria líder na mudança de paradigma. Esta é a diretriz fundamental no assumir do compromisso em preservar os oceanos, navegando rumo a um futuro de zero emissões de carbono.

2022-06-09

A Portos dos Açores, S.A., empresa gestora do Porto da Casa, na ilha do Corvo, passou a dispor este mês de um camião com equipamento ‘sideloader’/’sidelifter’ incorporado, que lhe permite fazer a carga, transporte e descarga de contentores a partir daquela infraestrutura portuária, o que potencia a sua capacidade operacional e de segurança.

Este veículo pesado, após chegada à ilha, no início de maio, e na sequência de um breve período de formação dos respetivos operadores, encontra-se agora totalmente disponível, para servir a comunidade local, facilitando, com relativa rapidez, os movimentos necessários de contentores, a partir do terrapleno portuário, em serviço normal ou em situações de emergência (mau tempo), quando se verifique ali a possibilidade de galgamentos pelo mar.

Este equipamento permite o carregamento e transporte de contentores de 20 pés (6 metros), um de cada vez, ou dois contentores de 10 pés, em simultâneo, bem como de ‘flats’ e respetiva carga, apresentando uma capacidade de elevação dos contentores maiores, de 20 pés, até 30 toneladas de peso bruto.

O ‘sideloader’ irá, ainda, assegurar o devido encaminhamento, processamento, reciclagem e valorização de resíduos, acumulados no Centro de Processamento de Resíduos da ilha, garantindo deste modo, uma real e melhorada resposta ambiental, através da remoção e separação definitiva destes resíduos, permitindo à ilha do Corvo “respirar de alívio ambiental”, pela primeira vez, em muitos anos.

Este camião importou num investimento de € 189.750,00 euros, promovido pelo Governo Regional dos Açores, sendo agora utilizado pela Portos dos Açores, S.A. e passando a estar integrado no património desta administração portuária, com o que se garantem mais-valias evidentes no funcionamento do porto da mais pequena ilha do arquipélago e com franca melhoria dos serviços disponíveis para toda a comunidade local.

O ‘sideloader’ – também conhecido como ‘sidelifter’, reboque de carga/descarga automatizada ou ‘swinglift’ – oferece uma maneira versátil de manusear, com segurança, contentores de mercadoria e outras cargas desde/para outros reboques, camiões ou diretamente no nível do solo, com eficiência e brevidade, para posterior consolidação ou desconsolidação. Este tipo de equipamento pode operar com mão de obra mínima e sem nenhum equipamento adicional, minimizando o tempo de espera.

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